O começo de um livro
O começo de um livro
Capitulo 1
Vamos começar igual a George lucas de traz para frente tudo
começa no final parece loucura mais não é essa é apenas mais uma historia que
poderia começar com um final feliz mais não é bem assim que a vida funciona
voçê que é real como eu sabe disso vamos então a minha fabulá essa é a historia
de mais um dos muitos brazukas guerreiros filhos de haylanders imortais e que
vence cada dia uma batalha .
É junho de 2014 ano da copa do mundo e o SR PAPA PAULO VI veio
ao brasil assistir a seleção da italia e voçê deve estar se perguntando onde eu
entro nessa historia, bem no momento estou com um rifre de longo alcance calibre
50 apontado para a cabeça de vossa santidade e varias ak 47 apontadas para mim
é isso mesmo ou eu matavá o papa ou eles me matavam ai eu comecei a me lembrar
como tudo começou voltando a exatos 30 anos.
Já foi dificil ao nascer em uma família de cinco irmão com
uma renda percapta menor que muitos paises da quarta camada social pior que a
do kamboza e outros paises da africa emfim vendiamos o almoço para comprar o
jantar como muitos até hoje sabe teclar assim até me deixa mais relex por ter
hoje o que tenho curtindo até um som enquanto isso aconteçe sabe estou tentando
usar o português exato mais o imperfeito não é parte apenas do passado como já
disse nosso eterno poeta RENATO RUSSO (eterno).
Vou simplificar se não so vou acabar de escrever em 2100
d.c a muitos anos atras tinhamos varias
restrições me lembro que eu queria ser policial quando eu crescer e então
sempre brincava de policia e ladrão é claro eu sempre era a policia com muitas
armas e ódío trazido pela minha infância de terror que até a alguns minutos
atraz eu havia esquecido mais isso tem que ser escrito para ser lembrado pois
muito sofrem ou sofreram como eu .
Como eu era criança e eu era os dono das armas era certo que
eu nunca morreria i o apelido de haylander (imortal) era uma fulga para fugir
dos problemas domésticos na qual eu emfrenteva .
Não é tão diferente dos outro mais complicado, igual, ou
pior as realidades nos morros brasileiros crianças com armas na mão e não era
de brinquedo e não eram policiais mais tinham o mesmo odío que eu,me lembro que
um dia com um luar incrivel acabava-mos de brincar no quarteirão de uma
cidadezinha tranquila com menos que 9
mil habitantes sabe aquela cidade onde todos conhecem todos comprava-se
mercadorias na cardeneta sabe arroz por kilo linguiças depinduradas em uma
especie de varal tudo a granel e a simpátia do dono que nos atendia com
satifção e respeito .
Imagine acabava-mos de brincar e estava guardando os meus
brinquedos na sacola e fui para casa entrei em casa e me deparei com o meu paí
bebado batendo em minha mãe , assim que ele me viu foi correndo em cima de mim
e menos do que eu esperava ele me pegou pelo braço e me deu muitos socos ,chutes
e o pior é que eu nem sabia porque ele me espancava daquela maneira.
No outro dia na escola eu estava todo roxo cheio de
hematomas e todos ficavam me olhando e eu não falava nada ,todos naquela cidade
sabiam o que se passava mais ninguem tinha a coragem de denunciar nem mesmo a
minha mãe,tinha pena dela e dai começou a crescer o odio que eu alimentará com
toda força do meu ser.
Capitulo 2
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