ALUNOS INVISÍVEIS, VOCÊ OS VÊ , SE A RESPOSTA FOR NÃO SERÁ UMA ÓTIMA LEITURA PARA TI.


Geferson Luis Girdzyauskas




Alunos Invisíveis,
O que eles representam para a sociedade.








RIBEIRÃO PRETO
2016





Geferson Luis Girdzyauskas






Alunos Invisíveis,
O que eles representam para a sociedade.

Pré-projeto apresentado na Disciplina de Metodologia do Trabalho Científico como requisito básico para a apresentação da Monografia no Curso de Licenciatura Lato Sensu em Pedagogia e obtenção de nota para a referida disciplina.


Orientador (a): André Baldan






RIBEIRÃO PRETO
2016



SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO........................................................................................................... 03

2. JUSTIFICATIVA........................................................................................................ 04

3. OBJETIVOS............................................................................................................... 05
     3.1 Geral..................................................................................................................... 05
     3.2 Específicos.......................................................................................................... 05

4. METODOLOGIA ....................................................................................................... 06
  
5. CRONOGRAMA......................................................................................................... 07

6. REFERÊNCIAS......................................................................................................... 08
















1. INTRODUÇÃO
Quem nunca sonhou em ser um super-herói, ter superpoderes poder voar, ter super. força, ou talvez ser picado por uma aranha radioativa, então fiz esta pergunta a um aluno de sete anos do ensino fundamental, quais poderes gostaria de ter, a resposta foi ser invisível.
Baseado em tal resposta comecei minha linha de investigação pedagógica, pois aquilo me incomodou fiz a mesma pergunta a vários outros alunos com o mesmo perfil, mas apenas uma queria ser ou estar invisível, e então percebi que não é somente o aluno que gostaria de ser invisível mas que grande parte da população “menos desprovida de sorte” também, como aquele gari que coleta seu lixo, e você não gosta de olhar para ele, pois isso lhe incomoda, são invisíveis diante aos olhos da sociedade e os governantes transformam essas pessoas em números estatísticos, os fatos do dia a dia de milhares de crianças e adolescentes pobres dentro de um ambiente educacional propedêutico, o  único desejo desse ser humano, seria ser lembrado ou simplesmente ser visto.













2. JUSTIFICATIVA

Este trabalho se justifica, pois milhares de crianças e adolescentes se encontram na mesma situação, o aluno invisível de hoje será o adulto invisível de amanhã?
A resposta para tal pergunta é a razão para este trabalho acadêmico existir, ao contrário do invisível, ser visto e que para nós educadores possamos enxergar tais alunos, e até mudar alguns conceitos arcaicos, diante de alguns fatos que tornam pessoas, profissões e sim, alunos invisíveis.






















3. OBJETIVOS

Compreender e identificar quais são os fatos que tornam um aluno invisível, para que educadores, governantes e a sociedades em geral identifique tais alunos, para que possamos  desenvolver uma metodologia eficaz, que retire esse aluno do anonimato, que faça ele se sentir como parte da sociedade que está inserido, que esse aluno não seja invisível, e  se torne um adulto que colabore para a sociedade, com pensamentos próprios e que seja um ser crítico,  um ser pensante e não apenas um “ser por ser”.

3.1 OBJETIVO GERAL

Identificar quais são os fatos que tornam o aluno invisível, a querer se esconder, de não participar, de não fazer amigos, de reprimir seus pensamentos, seus sentimentos, se isolar dos demais alunos.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao longo do trabalho e após identificar os fatores que tornam tais alunos invisíveis, iremos identificar que tais alunos são medianos, ou seja, não são os gênios da sala, mas não são os piores alunos, se encontram em uma zona de conforto e como docentes, e professores de maneira geral, entendem o processo de aprendizagem dos alunos, em suas particularidades. Frequentemente, diante de alunos que não aprendiam determinados conteúdos, as explicações recaiam sobre problemas familiares, condições de vida ou deficiências exclusivas dos próprios alunos. O problema, por esta ótica, dificilmente estava no ensino, mas sim na aprendizagem. E é sobre o processo de aprendizagem que os olhares se voltavam quando se tinha de trabalhar com o aluno marcadamente diferente.
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4. METODOLOGIA DA PESQUISA

O processo de coleta de dados foi qualitativo e desenvolvido em uma escola da rede municipal de Jardinópolis e Barrinha, ambas localizadas no estado de São Paulo. O foco do estudo centrou-se nas Séries Iniciais, sendo utilizada a observação como instrumento principal da coleta de dados. Além disso, foram realizadas pesquisas documentais nas propostas curriculares e normativos que orientavam as práticas curriculares da rede em questão.
Portanto, o presente artigo, pretende expor as análises realizadas a partir    dessa pesquisa, principalmente no que concernem ao papel das práticas curriculares de sala de aula na constituição das diferenças apresentadas pelos alunos no processo de ensino e aprendizagem. Abordaremos, sucintamente, os conceitos de prática curricular encontradas em sala de aula, e apontar as diferenças que emergiam como relevantes nesse processo. Por fim, são tecidas algumas considerações objetivando refletir sobre as relações entre as práticas curriculares estudadas e as diferenças destacadas nesse processo.










5. CRONOGRAMA
Atividades
Mar
Abr.
Mai
Jun.
Jul.
Ago.
Set
Out
Nov.
Dez
Elaboração do projeto





28/08/16




Entrega do projeto






03/09/16



Pesquisa bibliográfica






17/09/16



Coleta de Dados







08/10/16


Apresentação e discussão dos dados







22/10/16


Conclusão








26/11/16

Entrega da Monografia









10/12/16


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6. REFERÊNCIAS


ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: Informação e documentação. Trabalhos Acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2002.

LUNARDI, Geovana Mendonça As práticas curriculares de sala de aula e a constituição das diferenças dos alunos no processo de ensino e aprendizagem. GT: Educação Especial / n. 15

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